Houve uma vez um sujeito tipo assim "nouvelle vague" que perambulava ,guache, por Paris nos arredores de 1968. De uma honestidade intelectual daqueles que não temem nada a perder. Pois é dele o anúncio da moléstia que se avizinhava,daquilo que calaria toda originalidade juvenil,prenhe de seiva libertária _ A SOCIEDADE DO ESPETÁCULO, diria mais _ a SACIEDADE do espetáculo.
Chamava-se Guy Dabord.
Penso na eleição de Obama.E confesso,eu ,uma pacata e invisível dona de casa ,mutatis mutandis,em outras circunstâncias,guardando o temperamento que tenho,me candidataria sem titubear á mulher bomba para liquidar o ex presidente americano. Aquele que não se pronuncia o nome ,ainda mais aqui no Bat Masterson.
Então, sendo assim, existiria sujeito mais adequado para o papel de sucessor do que o presidente negro? Nem Spillberg contrataria um melhor.Um negrinho que já nasceu tipo exportação.E o digo respeitosamente.Mas o fato é que o resultado de seu governo pós- eleição espetaculosa é pífio.
Na cerimônia de posse um frio me percorreu a espinha _ Ele não sorriu. Uma arcada de marfim,trancada a sete chaves. Pronto,pensei,tudo acabado. E dito e feito. A esperança morreu na posse.
terça-feira, 2 de fevereiro de 2010
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário