sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Bric-à-brac

Espanava ums pratinhos da minha avó.Cuja tradição diz que nunca um só havia sido quebrado desde então, o então referido à guerra do Paraguai,acho eu.
Mas o fazia contrariada.Não gosto das tarefas domésticas ,não gosto da presença de empregados domésticos,então num beco sem saída,sempre pensando em outra coisa,me virava com os pratinhos.Estamos em Novembro de 2008.Até que vi,armafanhada, uma janela para o mundo-HOJE PALESTRA SOB O PATROCÍNIO DO JORNAL DO BRASIL - BRIC.
Adeus número circense,rumei em direção ao sol.
Um indiano de "erres" rá,rá ,rá como Deus dará,lamentava que não existisse uma Casas Bahia na Índia,frango assado em pacotinhos também seria ótimo.E contou de TATA,aquele que tem um fusca e mora próximo aos amigos de infância,de onde jamais sairia nem se fosse para a Casa Branca,ou cor -de -rosa ,ou coalhada de minaretes.
De repente um enfurecido da platéia desfeiteou o educadíssimo palestrante seguinte. Era o pobre Marcos Troyjo.Educado apanhou,educado não revidou.Calado e cordial estava,impassível e lívido permaneceu.Muito bem ,aplausos ,todos eram amigos ,de batalhas tão antigas quanto vencidas.Só as espanavam a título de exercíos rotineiros,pensei eu.E voltei para casa,arejada e cosmopolita.

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